Um produto digital construído da visão de negócio à arquitetura.
Prova de capacidade de produto, não apenas de entrega técnica. Concepção, engenharia, operação e evolução conduzidas de ponta a ponta.
A LupeWedding foi concebida e construída utilizando a experiência da MENENDES em engenharia de software, arquitetura de sistemas, cloud, segurança, confiabilidade e operação. O projeto demonstra a capacidade de transformar uma ideia em um ecossistema digital preparado para atender diferentes jornadas, usuários e modelos de negócio.
Atender jornadas distintas dentro do mesmo produto. Quem está organizando o próprio casamento e quem opera vários eventos como profissional têm necessidades, permissões e ritmos diferentes. Um único modelo de dados e de acesso precisa servir aos dois sem que um enxergue o contexto do outro.
Três jornadas sobre a mesma base.
Cada uma tem necessidades, permissões e ritmos diferentes. Um único modelo de dados precisa servir às três sem que uma enxergue o contexto da outra.
Experiência dos noivos
A jornada de quem está organizando o próprio casamento: planejamento, convidados, documentos e acompanhamento do que falta.
Experiência das assessorias
A jornada de quem opera vários eventos ao mesmo tempo, com visão de portfólio e colaboração com cada casal.
Estrutura administrativa
A operação interna do produto, separada das duas jornadas anteriores por perfil e por permissão.
Cada camada conhece apenas a de baixo.
É essa restrição que permite trocar a interface, adicionar um canal ou mudar de provedor sem que a regra de negócio precise ser reescrita.
Experiências digitais
01Jornada do casal, jornada da assessoria e operação administrativa
API e regras de negócio
02Núcleo único, para que nenhuma regra viva na interface
Identidade e permissões
03Perfis separados e isolamento entre eventos e clientes
Dados e integrações
04Persistência, documentos e serviços externos
Infraestrutura cloud
05Publicação na borda e deploy automatizado
Observabilidade e operação
06Monitoramento de erros e acompanhamento de custo
O que sustenta o produto por baixo.
Arquitetura de frontend, API e dados
Interface, regras de negócio e persistência em camadas distintas, para que uma mude sem obrigar a outra a mudar junto.
Autenticação e perfis
Modelo de identidade definido antes das funcionalidades, com separação clara entre os perfis que o produto atende.
Separação de responsabilidades
Isolamento entre eventos e entre clientes tratado como regra de dados, não como filtro aplicado na tela.
Infraestrutura cloud e automação de deploy
Publicação na borda com esteira automatizada, de forma que subir uma versão seja rotina reversível.
Segurança
Controles no perímetro e no acesso aos dados, com tratamento de documentos sob os requisitos da LGPD.
Observabilidade
Monitoramento de erros em produção, com rastreio até a origem em vez de relato de usuário.
Preocupação com custos
Custo de infraestrutura acompanhado desde o início, porque em produto próprio ele compete diretamente com a margem.
Preparação para web, mobile e B2B
A API e o modelo de permissões foram desenhados para comportar novos canais sem reescrita da base.
Uso de inteligência artificial
A inteligência artificial acelerou partes da construção. Engenharia de software, arquitetura e experiência operacional garantiram que o produto pudesse evoluir.
É a mesma tese que sustenta o Vibe to Scale, testada no produto da própria casa antes de ser oferecida a alguém.
Conhecer Vibe to ScaleStack do produto.
Quer construir um produto com essa base desde o começo?
Concepção, arquitetura e operação tratadas juntas, em vez de encaixadas depois que a primeira versão já existe.